Produtos cimentícios / Artefatos | Cimento Itambé

Produtos cimentícios / Artefatos

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Os traços de concreto não têm um padrão geral, pois dependem das características de cada material componente. O correto é solicitar a um tecnologista que faça os ensaios e elabore a melhor dosagem para sua produção. Inclusive, considerando a necessidade de manusear os tubos para colocação no mercado na sua região.

Existem diversas circunstâncias para o uso de tubos rígidos ou flexíveis. De forma bem geral, podemos dizer que os tubos rígidos têm resistência melhor e sozinhos suportam as condições exigidas. Já os tubos flexíveis têm que trabalhar junto com o solo envolvente para resistir às mesmas tensões. Pela rigidez, os tubos de concreto suportam cargas maiores.

Os tubos de PVC necessitam maior atenção nas questões do tipo de solo, instalação dos tubos, material envolvente e compactação adequada. Portanto, um estudo cuidadoso com boa análise do solo, evitará aborrecimentos futuros.

Realmente o uso de polímeros é uma prática muito interessante quando se deseja modificar ou realçar determinadas características que o concreto ou argamassa já tenha. Assim como os aditivos químicos (muitos consideram os próprios aditivos como polímeros, pois têm algumas funções semelhantes), os polímeros também não são produtos mágicos que “consertam”, por exemplo, uma dosagem mal formulada.

Em princípio, qualquer tipo de cimento pode ser composto com polímeros. O CP V-ARI tem ainda a característica de permitir rápida desforma ou condição de transporte e utilização do artefato. A indicação mais adequada do polímero será em função do tipo de produto e da característica do concreto que você deseja realçar: resistências à compressão, tração ou flexão, módulo de elasticidade, abrasão, impermeabilidade, retração, resistência química e outras.

Para cada necessidade você terá um tipo mais adequado de polímero. A fibra de vidro melhora bastante a resistência à retração e consequentemente, ao aparecimento de fissuras, além da resistência mecânica.

O uso da areia artificial está bastante aquecido pelas dificuldades ambientais da extração das areias naturais. As areias artificiais quando produzidas por via seca têm como maior inconveniente o excesso de material pulverulento (o pó propriamente dito). As especificações para os agregados são estabelecidas pela ABNT NBR 7211. Nela você poderá verificar, com o ensaio de granulometria, a faixa que se encontra o seu material.

Em determinadas situações, o uso de 100% de areia artificial é compensador. Via de regra, as composições entre as areias naturais e artificiais ficam em 50%, mas o que vai determinar a melhor proporção são as características e o custo de cada tipo de areia. O estudo com diversas composições determinará a melhor dosagem com o melhor custo do concreto produzido.

O uso de 100% de areia artificial, teoricamente, não tem impacto no desempenho do concreto – inclusive a resistência com os mesmos consumos de cimento, mas a granulometria e o teor de pulverulento, geralmente, levam a consumos maiores.

Para a fabricação de laje treliçada, laje mista ou laje pré-fabricada (consideramos aqui que a laje é composta de vigote de concreto e tavela ou lajota, geralmente de cerâmica), os tipos de cimento mais utilizados são o CP V-ARI – Cimento Portland de alta resistência inicial, para desforma mais rápida ou eventualmente caso não tenha necessidade de velocidade de desforma, poderá ser utilizado o CP II-F-32 – Cimento Portland composto com fíler.

A resistência do concreto para a confecção dos vigotes, geralmente utilizando pedrisco, dependerá de um cálculo estrutural, em função de tamanhos de vãos e capacidade de carga da laje.

As normas para lajes pré-fabricadas são a NBR 15522 e a NBR 14859 em duas partes. Uma é para medir o desempenho da laje e a outra são os requisitos necessários.

Realmente, para argamassas convencionais de reboco, também conhecida como Massa Fina, a areia utilizada deve ser mais fina, pois é a última camada preparatória para a cal fina e depois a pintura. Já as argamassas para chapisco e emboço são feitas usualmente com areia média para proporcionar maior rugosidade.

Para o concreto, de maneira geral, são utilizadas as areias médias ou médias/grossas para permitir maior economia. Areias mais grossa necessitam de menor quantidade de água e, consequentemente, menor consumo de cimento. Porém, deixam o concreto mais áspero e mais difícil de adensar. Então, depende muito do que se vai concretar, e por isso, não pode faltar uma boa dosagem.

As espessuras de capeamento não têm um valor padrão, pois dependem do tipo de estrutura, cargas e finalidade. Têm como objetivo enrijecer e solidarizar as vigas ou lajes duplo T, bem como outros tipos de pisos como lajes alveolares, pré-moldadas com lajotas, etc.

O projeto geral da obra é que vai definir os capeamentos.

Sim, os blocos de concreto leve autoclavado têm qualidade térmica e acústica melhor que os blocos cerâmicos e os blocos de concreto convencional, nos casos mais gerais. A introdução de microbolhas de ar na massa é que proporciona essas características, além de deixar o bloco bem mais leve. No entanto, não conhecemos nenhuma tabela de comparação.

Para a obtenção desse tipo de bloco leve é necessário ter um equipamento chamado autoclave que faz o processo final com alta pressão e temperatura. Pelo custo não viabiliza ter para pequenas quantidades. Por isso, existem no Brasil pouquíssimas empresas que produzem esse tipo de material. As qualidades térmica e acústica são excepcionais.

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